Emissora: NBC.
Emissora no Brasil: TV Tupi, Rede Manchete e Rede Globo.
Transmissão Original: de 9 de setembro de 1978 a 8 de dezembro de 1979.
Duração: 30 minutos.
Temporadas: 1 (26 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Hanna-Barbera Productions.

O Personagem.


Godzilla (Gojira) é um personagem japonês criado por Tomoyuki Tanaka, produtor da Toho Eiga, inspirado no filme norte-americano O monstro do mar (Beast from 20.000 fathoms, de 1953). Godzilla foi visto pela primeira vez em 1954 no filme que levava o seu nome e acabou se tornando símbolo das aventuras de monstros japoneses no cinema.

O gigantesco lagarto verde que vive sob o oceano, possui escamas cinzas e ásperas, um poderoso rabo e várias barbatanas dorsais. Ele surgiu de uma explosão nuclear. Sua origem varia de um filme para o outro, mas é quase sempre descrito como uma criatura pré-histórica e seus primeiros ataques ao Japão têm ligações com o início da Era Atômica. Em particular, a mutação causada por radiação atômica é apresentada como uma explicação para seu grande tamanho e poderes estranhos. Às vezes, ele aparece como vilão às vezes como herói.

Em 1956, a fita original foi distribuída nos Estados Unidos com o título alterado para Godzilla – king of monsters. Novas cenas e um novo roteiro foram acrescentados, tendo à frente o ator Raymond Burr, popular astro de um antigo seriado chamado Perry Mason. Logo Godzilla fez sucesso também nos Estados Unidos e daí se espalhou pelo mundo, rendendo até versões em quadrinhos.

Depois o seu primeiro filme Godzilla protagonizou inúmeras produções totalizando 28 onde já foi herói, vilão e as duas coisas ao mesmo tempo. Na década de 1970, Godzilla chegou a fazer participações especiais na serie de TV Zone Figther também da Toho.

O dublador original responsável pela voz do assistente Brock, Hilly Hicks, participou de séries como M*A*S*H, Chumbo Grosso, Mod Squad, Bill Cosby Show, Barnaby Jones e na minissérie Raízes.

O Desenho.


Em 1977, o monstro nipônico que já vinha sendo esquecido do grande público, foi resgatado numa coprodução da Hanna-Barbera com a Toho. A animação estreou no Japão em 1977 e nos EUA no ano seguinte. A Toho ajudou na produção, fazendo conceitos de monstros e animações. O desenho era mostrado junto com Jana das Selvas, por isso o título “hora poderosa”.

Godzilla continuou no ar até 1981, por um tempo exibida somente como O Show do Godzilla, até o seu término (no Japão, foi chamada simplesmente de Godzilla). A Toho ajudou na produção, fazendo conceitos de monstros e animações.

A Hanna-Barbera escalou o ator Ted Cassidy para os rugidos do monstro, igualzinho ao seu papel em O Incrível Hulk. No Japão, o compositor Akira Ifukube reusou os rugidos oficiais do Godzilla e removeu os efeitos de áudio de Ted Cassidy que a Hanna-Barbera usou.

Apesar de algumas pequenas falhas – como o erro constante no tamanho de Godzilla, que hora envolvia um navio, hora o mesmo nem se encaixava em sua mão – o desenho alcançou um grande sucesso, em parte pela narrativa séria dos episódios que lembravam o estilo Jonny Quest, talvez por ter sido supervisionada por Doug Wildey, criador de Quest.

A fórmula do programa viria a ser usada anos depois no novo desenho da Adelaide Productions chamado Godzilla The Series.

A História.


No desenho, os episódios giram em torno de uma equipe de cientistas que trabalham a bordo do navio de investigação Calico. Liderados pelo Capitão Carl Majors, eles vivem desbravando os oceanos atrás de pesquisar a vida marinha, mas quase sempre se deparam com alguma criatura do mar grande e perigosa.

E é exatamente quando estão em apuros que os cientistas do Calico pedem socorro a Godzilla usando um comunicador especial ou simplesmente pedindo ao monstrinho Godzooky que entre em contato com ele através de uma espécie de uivo.

O grupo de cientistas incluía o Capitão Carl Majors, a bióloga Dra. Quinn Darien e o seu sobrinho adolescente Pete. Além do assistente Brock, o navio ainda contavam com uma espécie de mascotinho, o simpático Godzooky, sobrinho do Godzilla que podia voar e emitir raios pelos olhos. Muito apegado ao garoto Pete, o pequeno monstrinho era responsável pelas cenas cômicas do desenho, em parte porque sempre que tentava “cuspir” fogo como seu tio, acaba tossindo e liberando uma pequena fumaça.

No Brasil.


No Brasil, o desenho do Gigante Verde estreou ainda na TV Tupi na programação de desenhos animados da emissora. Na década de 1980 esteve na Rede Manchete animando as tardes da criançada em programas como Clube da Criança e Lupu Limpim Clapla Topo.

Na Rede Globo, já no final da década de 1980, figurou nos programas Xou da Xuxa, Sessão Aventura, TV Colosso e Angel Mix, quando parou de ser exibido por aqui.



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