É uma novela apresentada pela TV Excelsior mostrando a história da órfã Toquinho que padece nas mãos da malvada Elza e encontra na amizade com o velho Gui seu amparo.

Emissora: TV Excelsior.
Transmissão Original: de 1 de julho de 1968 a maior de 1969.
Duração: 50 minutos.
Temporadas: 1 (179 capítulos).
Cores.
Companhias Produtoras: 
TV Excelsior.

 

A Novela.


Exibida pela TV Excelsior no horário das 18h30, A Pequena Órfã inaugurou o filão da telinha de histórias sobre crianças órfãs na era do videotape, tornando-se assim um estrondoso sucesso da TV Excelsior.

A novelinha dirigida por Dionísio Azevedo estreou no dia 1 de julho de 1968 e ficou no ar até maio do ano seguinte.

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A primeira atriz mirim a interpretar a protagonista Toquinho foi Patrícia Aires, filha do ator Percy Aires, mas ela não  chegou até o final da novela, pois Aires alegou que sua filha estaria trabalhando mais do que o combinado com a direção. Patrícia foi substituída por Marize Ney, prima da atriz Lurdinha Félix, muito parecida com ela mas três anos a mais que Patrícia. A direção pediu para que o autor da novela encontrasse uma maneira na história de efetuar a troca sem prejuízo na lógica, Teixeira Filho resolveu o problema com uma passagem de tempo onde os fatos permaneciam os mesmos três anos depois.

A TV Globo reprisou A Pequena Órfã em 1971, após a fechamento da TV Excelsior. Na nova abertura feita para esta reapresentação, podia-se ver a então menina Glória Pires, em sua primeira aparição na televisão.

Em 1993, Marcílio Moraes baseou-se nessa novela e em outro sucesso de Teixeira Filho, Ídolo de Pano, para escrever Sonho Meu, produzida pela TV Globo.

Em 1973 foi lançado o segundo filme de Clery Cunha, baseado na novela homônima da TV Excelsior, usando Patrícia Aires e Dionísio Azevedo no elenco ainda, mas com a sentida ausência de Riva Nimitz que foi substituída por Bárbara Aires

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O personagem Gui interpretado por  Dionízio de Azevedo foi revivido em outra telenovela, O Velho, o Menino e o Burro de 1975.

 

A História.


A novelinha mostrava as desventuras da pequena Maria Clara, conhecida como Toquinho, que após ser abandonada pelos pais vai para um orfanato onde precisa ser cuidada pela cruel Elza. A ambição de Elza e o seu jeito encrenqueiro acabam tornando a vida das crianças do orfanato um verdadeiro sofrimento.

Enquanto padece nas mãos de Elza, Toquinho, vive constantemente fugindo e logo faz amizade com figuras folclóricas como o Velho Gui (Dionízio de Azevedo), um misantropo meio Gepeto e consertador de brinquedos, que a menina conheceu em uma de suas escapadas. Com o bom velho Gui,  Toquinho aprende a fazer barquinhos de papel enquanto entoa uma antiga canção de ninar: “vou mandar fazer um barquinho de papel, de papelão…”.

A menina também encontra Mercadoria (J. França), um cantor boêmio a quem ela pede para parar de beber, sendo prontamente atendida, debaixo de um chororô. Toquinho, aliás, realiza milagres e truques com uma facilidade incrível

Quando a mãe de Toquinho acaba se arrependendo de deixá-la, parte em busca da filha, mas o misterioso desaparecimento da menina faz com que todos se mobilizem para encontrá-la, num dos momentos mais marcantes da novela.

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