É um seriado brasileiro de humor onde o clássico personagem da Família Trapo revive história engraçadas protagonizada por Ronald Golias.

Emissora: TV Bandeirantes.
Transmissão Original: de 28 de março de 1987 a 28 de abril de 1990.
Duração: 30 minutos.
Temporadas: 4 (?? episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Rede Bandeirantes.

 

A Série.


Série humorística que trazia novamente à televisão o personagem consagrado de Ronald Golias, afastado há sete anos do grande público. Os textos eram de Roberto Silveira, Wilson Vaz, Nilson Costa, Zezo, Márcio Barone e Aluízio Castro, a redação final ficava por conta de Carlos Alberto de Nóbrega e a direção geral de Adriano Stuart.

Bronco trazia uma peça por semana com um elenco fixo formado por grandes nomes da teledramaturgia como Nair Belo, Renata Fronzi, Rogério Cardoso, Felipe Levy e Anselmo Vasconcelos, que contracenavam com convidados especiais a cada episódio.

A série era gravada com a plateia do Teatro Záccaro, formada por convidados, além de parte que comprava ingressos no próprio local. A fórmula deu certo e o programa alcançou bons índices no IBOPE com 12 pontos no programa de estreia.

O humorístico era exibido aos sábados às 21h30 e depois de quatro anos saiu do ar mas retornou em reprises no ano de 1996, às 14h30. Ainda retornou entre 5 de agosto e 25 de novembro de 2007, quando era mostrado às 22h15. Bronco também foi reprisado de segunda a sexta, às 13h40, entre 24 de dezembro de 2007 e 13 de janeiro de 2008. Ainda seria mostrado de segunda a sexta às 14h15,  durante junho de 2008.

O personagem Bronco  também ganhou um seriado humorístico na Globo, em 1979, Super Bronco, e outro no SBT, em 2004: Meu Cunhado.

 

A História.


O seriado mostrava as trapalhadas de Carlo Bronco Dinossauro, um boa vida malandro que fazia bico como síndico de um prédio, sempre disposto a pequenos arranjos para tirar dinheiro do condomínio. Na verdade o dinheiro não dava pra nada, por isso vivia às custas de suas duas irmãs solteironas: Vesúvia, dona de uma fábrica de rolhas, um mercado cujas ações não permitiam nenhum palpite de riscos; e Helena uma viúva tirana que infernizava a vida de Bronco e era presidente da Sociedade de Hipocondríacos. As histórias se passavam no apartamento – recebido como herança paterna – onde os três moravam.

Para aplicar seus pequenos golpes, Bronco contava com ajuda de seu fiel amigo Chacal. Ainda apareciam nas histórias o judeu Salomão, que vivia emprestando dinheiro para Bronco mas nunca recebia; Carlos Augusto, um rico falido amigo da família e pretendente de Helena; a empregada da família Dinossauro; o zelador do prédio Ivan Pires, que à noite virava vampiro; Julinha, uma a caipira do interior apaixonada por Bronco; o depressivo Caio Toulouse, que vivia tentando suicídio e usava técnicas e métodos sugeridos por Bronco; Romeu, que apesar do nome era a namorada hare krishna de Bronco; além do Primo Tony e de Cliqot Quéfen Miquelinos III.



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